Coloridinhas

             

10 outubro 2012

Até breve! o/

Tá demais, né? Cheia das viagens. Acho que nunca fiz duas viagens tão próximas assim.
Mas, não vou reclamar de nada não.. se pudesse, faria milhões e milhões.
Essa foi do vulcão quando estava me despedindo do México... :)
Estou indo hoje mesmo/agora mesmo para São Paulo. Programei o post para o mesmo horário em que o avião estará (espero que esteja) decolando. Ficarei por lá durante uma semana. Volto na terça, dia 16.
Deixei alguns posts programados, pra vocês não sentirem tanta falta. Da última vez que fui, o hotel não tinha wifi. A menos que eles já tenham colocado, ficarei sem ver os comentários de vocês.
Mas, prometo ler tudo quando voltar! 

Para os viciados em fotos, digo que não estou levando minha máquina, e sim um compacta do meu pai, o que vai ser um desafio, já que nunca mais peguei numa dessas... vamos ver no que vai dar! :)

Beijos beijos, e até a volta! o/

21 setembro 2012

México - Comidinhas =9

Chegou o post que muitos estavam esperando! Vamos falar de comidas mexicanas! :)

Então.. posso dizer que sou suspeita pra dizer qualquer coisa, porque adoro abacate, adoro tortillas, adoro queijo. Assim, é difícil não gostar das comidas de lá!
Não gosto de pimenta. Assim: de jeito nenhum! Nem um pouquinho, nem um pinguinho.. mas, se você ficar atento e todas as vezes (eu disse todas) se lembrar de pedir pra não colocarem pimenta, vai sair de lá bastante satisfeito! :)
Comer não, mas fotografar pode, né? Pimenta para todos os gostos!
Apesar de sempre terem boas opções, achei que os pratos por lá são muito pouco variados. Sabe a tortilla? Aquela massa que parece uma panqueca bem fininha? Pois então... vários pratos que diziam ser diferentes era feito com aquela massa. Era tortilla (massa sozinha), queijadilla (massa com recheio + queijo), tacos (massa com recheio dobradinho em forma de U), flautas (massa com recheio enroladinha), totopos (os famosos douritos) são feitos com a mesma massa, mas cortadinha e frita. Enfim.. já deu pra perceber, né?
Maravilhosas flautas de queijo! :)
Tortillas e um recheio separado, pra comer tudo junto. E ainda, a cerveja Victoria.. :)
De forma geral, a comida por lá é bem barata. Comemos sempre em restaurantes que encontramos pelo nosso caminho. Mas, o que víamos a cada esquina, eram barraquinhas de comidas, ou pequenos espaços como se fossem lojinhas, em que se vendia comida e as pessoas compravam e continuavam seus caminhos, ou comiam em pé, ali em frente mesmo...
Tive péssimas experiências com carnes vermelhas. Experimentei duas vezes e nunca mais. Tinham um gosto muito forte de gordura. Achei terrível. Não sei se foi falta de sorte ou se é uma característica das carnes de lá... fiquei feliz com as opções de frango, ou mesmo sem nenhuma carne, nem branca, nem verde, vermelha... :)
Pratos de aparência duvidosa.. Hahah.. :P
 Na foto acima, são vários copos enormes e cheios de frutas! Era muito bom. As frutas já são cortadinhas e tem potes para todos os gostos. Essa fruta verde e redondinha se chama tuna, e é na verdade um cacto! Não o cacto em si, mas parte de um cacto. Esse aqui. Achei muito gostosinha!
Taco Inn: o melhor restaurante de todos!! Quero um em Brasília pra ontem!! :)
Guacamole (nhami), totopos e um tipo de baconzitos feito por lá mesmo..
Delícia.. delícia... 
E por último, juntei várias fotos que tirei em uma loja de doces! Encontrei os doces mais esquisitos da face da Terra. Claro que tinham os comuns, que a gente encontra em toda loja. Mas caracas! Era incrível a quantidade de doces com pimenta! E tinham muitos também de tamarindo, que eram uma delícia demais! :)
Cada um pegou um saquinho e colocou os que mais pareciam apetitosos.. e o curioso (não tão curioso assim, entendo perfeitamente :P) é que nenhum desses que estão nas fotos saiu da loja conosco, então não posso falar sobre o gosto que tinham! :P
E agora a despedida é oficial! Digam adeus aos posts do México.
Caso dê uma saudade de visitar a cidade, clica aqui e seja feliz.
No próximo post, coloco o resultado do Sorteio, que tiveram as inscrições encerradas no dia de hoje (21/09/12)! Boa sorte para todos os que se inscreveram e até daqui a pouco!

:)

19 setembro 2012

México - Castillo de Chapultepec

O Castelo de Chapultepec é um lugar lindo. E também é parada obrigatória para os turistas! :)
Ele fica dentro do parque de Chapultepec e bem próximo ao Museu de Antropologia. O parque em si é super maravilhoso! Tem muita árvore, muitas esculturas lindas, pedalinho, camelôs, artistas de rua, barraquinhas de comidas típicas e muuuita grama pra quem quer só curtir um tempinho à toa.

Ah! E tem muitos esquilos também! Eles se acostumaram com a presença de gente. E de comidinhas também! Lá é comum vermos pra vender, amendoins e castanhas em saquinhos. Algumas só salgadas e outras com aquelas casquinhas crocantes. Os esquilos são pidões mesmo e chegam pertinho da gente só por interesse. Mas, a gente adora! E foi assim que consegui tirar várias fotos deles bem de pertinho! :)
Essa foto precisava de uma tarja preta de censura, né não? o.o
Até enganei um. Falei assim: "olha só, seu Esquilo! Que castanhão!" E aí ele veio e descobriu que era plástico! :P
A gente vai andando pelo Castelo assim.. livremente. E olhando as coisas. Tem alguns cômodos que guardam peças antigas separadas por categorias, como os relógios de bolso lá embaixo (na foto). Outros são remontados com os mesmos móveis da época e os papéis de parede lindíssimos.
Essa carruagem da foto abaixo era simplesmente impressionante. Era toda ornamentada, com tecidos bonitos, muito dourado e esculturas de anjinhos por toda ela. As rodas eram enormes. O tempo todo em que estivemos no castelo, pensei como seria morar alí, naquela época. Não cheguei a desejar isso. Não acho que alguém precise de tanto luxo na vida, mas me passava pela cabeça o tempo inteiro, como deveria ser a vida por lá...
Imagina estudar nessa mesinha simplória.. :P
De lá de cima do castelo, na varanda, a gente pode ver a Cidade do México quase toda! É muito bonito! Podemos ver o anjo mega dourado da independência e o Monumento a los Niños Heroes, que dá pra ver desfocadinho na foto abaixo.
Não achou, a Tia Tiana te mostra.Só seguir o dedinho.
Fiquei esperando até a bandeira abrir, pra poder tirar a foto! :)
Achei esses vitrais simplesmente maravilhosos. Neles, estavam retratadas as principais deusas da mitologia. Todas em cores vivas e bem lindas. A luz estava batendo bem forte atrás do vidro, então ficava tudo lindamente iluminado. E detalhe: isso eram janelas que ficavam em um corredor do Castelo. Quase nada luxuoso.. :P
Esperando o ônibus que levaria a gente de volta.
E é com esse post, que termino os museus e lugares pra visitar do México. Ainda não é uma despedida oficial, porque ainda tem o post das comidas de lá. Mas, tentei dar uma resumida e mostrar pra vocês os lugares que não podem de jeito nenhum serem deixados de lado quando qualquer um de vocês forem ao México.

Para relembrar, clica nos links abaixo:
O início
Museu de Antropologia
Teotihuacan
Igrejas
Outros Museus
Xochimilco
E para participar do sorteio (ainda dá tempooo): Se inscreva!

30 agosto 2012

México - Outros Museus

Para saber o que eu tava fazendo no México, clica aqui e leia o primeiro post da série. Ou quer conhecer Teotihuacan? Clica aqui. Talvez você esteja procurando pelas lindas igrejas.. clica aqui.  Mas, se estive animado pra pensar na vida, conheça o Museu de Antropologia clicando aqui! Quer ver barquinhos fofos e coloridos? Clica aqui.
E se você ainda não tá participando do Sorteio, clica aqui e se inscreva! :D

Hoje vim aqui pra falar e mostrar de forma rápida (infelizmente..), outros três museus que visitei no México. Resolvi passar rápido pra não demorar tanto nos posts do México. Estou morreeendo de vontade de voltar à programação normal do blog. E como tenho TOC de organização (e consigo manter meu quarto em uma bagunça eterna mesmo assim... :P), fico agoniada de pensar em ir postando sobre a viagem e outras coisas intercaladas. :P

Enfim... vamos a eles, os museus! :D

A Casa Azul - Frida Khalo:
Tenho uma má notícia: Vocês vão ter que ir lá se quiserem ver (não é tão má assim, né?).
Não era permitido fotografar dentro da casa da Frida, apenas no quintal. Portanto, sem fotos do museu aqui. Mas, achei importante citar, porque é um lugar impressionante! Conhecer a vida dela foi incrível. Apenas conhecia algumas de suas obras e nunca me chamou tanta atenção assim.. até porque, eram bem poucas as que eu já tinha visto.

Porém, ao ver os outros trabalhos e relacionar tudo aqui com a parte da biografia dela que pude conhecer no próprio museu foi maravilhoso. É emocionante. A Frida é um exemplo pra mim em vários sentidos.. de força e superação.. é inspiração artística, e vários outros aspectos que tocam mais lá dentro, a ponto de não ser possível explicá-los por aqui, com palavras. Tem que ir lá! :)
Eu de Frida, a Vic de Diego Riviera. :P
O que posso recomendar para vocês é que assistam ao filme "Frida", de 2002. Ele mostra uma parte da vida dela, do romance com Diego Riviera e com o Trotsky. A fotografia do filme me chamou muita atenção. É linda. Vale a pena não só pela história, mas pelas imagens, diálogos, trilha sonora... recomendo demais!

Casa do Trotsky:
Não conheço tão bem a revolução russa, nunca estudei direito. Depois de ir à casa do Trotsky, fiquei mais curiosa com relação ao assunto.

Sobre a vida dele, o que sei é que foi amante da Frida..
E que foi um dos líderes no início da revolução, mas com o passar do tempo, os fatos mudaram e suas ideias não mais condiziam com os ideais da revolução. Ele foi afastado por Stalin, estabeleceu-se no México, sofreu um primeiro atentado de morte, não morreu. Mas, morreu no segundo, pelas mãos de um agente de Stalin.
O museu é a própria casa dele. É pequena e a visita é muito rápida, mas vale a pena. Na foto, vocês podem ver o aquecedor da água. Só colocar lenha aí dentro e ser feliz, no seu banho quentinho.
O legal de ver em sua casa, é o lado mais humano. Por exemplo, quem aí sabia que ele criava galinhas? :)
A gente também pode ver as marcas dos tiros na parede do quarto. São referentes ao primeiro atentado que ele sofreu. Depois disso, a casa foi praticamente blindada. A porta é feita de metal e bem grossa. As janelas também têm uma mega proteção.

E para não ficar diferente da Frida, também vou fazer uma indicação aqui: Leiam "A Revolução dos Bichos", do George Orwell. É uma crítica muito bem elaborada, com senso de humor, na forma de uma fábula bem fácil de ler, com linguagem simples.. é um livro gostoso que fala um pouco sobre a questão toda do socialismo, da revolução. Dizem as más línguas que é um retrato da revolução russa (realmente, quando a gente está lendo, não tem como não pensar isso. Hahaha), e que o Napoleão e o Bola de Neve são representações de Stalin e Trotsky, respectivamente. Enquanto fazia a visita à casa com meu pai, fomos lembrando de trechos do livro e juntando os pedacinhos do que cada um sabia sobre a revolução. :)

Museu Nacional:
O Munal, Museu Nacional, como todo bom museu, tem um acervo permanente e também recebe várias obras que vão circulando pelos museus do mundo. Foi numa das salas do Munal que pude ver essa obra do Magritte original, ao vivo e a cores! Muito incrível!

O esquema lá é assim: Nos andares de cima tem obras bastante antigas, esculturas e pinturas. Daquela época da Maria Antonieta, aquelas roupas cheias de babados, rendas, os imperadores cheios de frufrus e golas e mangas bufantes.. os quadros eram muito bonitos! Retratavam sempre temas religiosos, marcos históricos ou membros de famílias reais.
Como era de se esperar, o prédio todo é muito lindo!

O andar do meio era cheio de obras de artistas mais recentes. Tinham uns muito muito bons! Muito legal ver essas obras de hoje sendo valorizadas.. aqueles painéis enormes. Muito bonito! Recomendo também!
Essa escultura da foto acima me chamou muita atenção. Ficava perto da escada. Era uma pedra enorme e tinha essa mulher deitada toda torta, com os cabelos soltos e um expressão serena. Na foto não dá pra ver bem, mas não cheguei a fotografar a escultura inteira. Era uma perfeição impressionante. E a forma como ela estava deitada era bonita, não sei explicar. Muito linda, fiquei hipnotizada.
Coloquei essa foto da luminária por um bom motivo! Em uma das salas, tinham artigos antigos, mesa, sofás, cadeiras, cristaleiras e quadros. Todos que pertenceram às antigas famílias reais lá no México. Eu, dentro da sala, olhei para a luminária e quis fotografar. Não tive dúvidas. Devido às condições da iluminação na sala, apoiei meus cotovelos pra estabilizar a máquina e não ter um foto tremida. Logo depois do clique, veio uma moça em minha direção.
Eu estava crente que ela ia pedir pra ver minha autorização de fotografia (a gente tem que comprar na entrada, se quiser tirar fotos), mas ela só falou:
"Ow véi.. encosta na mesa não.. sério..", mas claro: com outras palavras e em espanhol! :P

Era uma mesa toda de mármore super incrível e bonita que deve ter sido usada como mesa de jantar ou de reuniões, não faço ideia. O fato é que era uma peça da exposição que tinha uma plaquinha enorme dizendo "não encosta!!". Hhauiahao
Acredito que não tenha causado um estrago tão grande, ela pareceu igual pra mim. Hahaha :)

É isso! Ainda falta mais um museu (aguardem fotos do esquilo fofo!) e comidinhas! E logo depois, tem o sorteio! :D

27 agosto 2012

México - Xochimilco

Para saber o que eu tava fazendo no México, clica aqui e leia o primeiro post da série. Ou quer conhecer Teotihuacan? Clica aqui. Talvez você esteja procurando pelas lindas igrejas.. clica aqui.  Mas, se estive animado pra pensar na vida, conheça o Museu de Antropologia clicando aqui!
E se você ainda não tá participando do Sorteio, clica aqui e se inscreva! :D

Xochimilco se pronuncia Sô-tchi-milco, e significa ilha das flores.
Dizem que se você for ao México e não visitar esse lugar, você não foi ao México! Então já sabem: parada obrigatória!

Fomos de carro para um lugar que parecia uma praça grandona, com muito artesanato, e um mini porto cheeeio de barquinhos coloridíssimos que anda por um dos canais do lago Xochimilco (que parece não existe mais... não sei bem a história por trás do lago).
Antes de entrar no barco, ganhamos rosas bem bonitas (essas que estão em cima da mesa, no barco). Lá em Xochimilco, há uma floricultura e essa é uma importante fonte da renda deles. Parece que antigamente era a principal, mas hoje em dia se mantém mais pela tradição do que pela economia em si.

De qualquer forma, é fofo ganhar flores na ilha das flores! :)
Os barcos todos têm nomes de mulheres. E são assim bem bonitinhos..
Durante o passeio, passam vários outros barquinhos menores levando comidas, mariachis, marimbas.. eles oferecem canções, melodias, para as pessoas que estão nos barcos. Como era de se esperar, o serviço é pago, então não pedimos nenhuma canção, mas ouvimos várias enquanto eram tocadas para clientes dos barcos vizinhos.. :)
Mariachi perguntando se não iríamos querer escolher uma música para eles cantarem.
Geeeente... achei um barco que tinha escrito "La Bibis" e ainda tinha a bandeira do Brasil! Tive que fotografar!! :D
E minha Moin florida no meio das plantas verdejantes, lá na floricultura que a gente visita na metade do passeio de barco.

A ida a Xochimilco não é assim tão impressionantemente cheia de história dessas que a gente sai se perguntando o sentido da existência, mas é um passeio muuuuito gostoso. Ouvir música, passear de barco, conhecer a ilha, ver aquele tanto de cor bonita, água, vento, natureza.. é muito bom! Dá pra sentir uma paz, sabe?

23 agosto 2012

México - Museu de Antropologia

Para saber o que eu tava fazendo no México, clica aqui e leia o primeiro post da série. Ou quer conhecer Teotihuacan? Clica aqui. Talvez você esteja procurando pelas lindas igrejas.. clica aqui.
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Acho que o Museu de Antropologia foi o mais impressionante, entre todos os que visitei no México. Não digo o que mais gostei, pois seria muito difícil de avaliar. Mas, ele está entre os mais organizados, bem estruturados e cheios de história pra contar que já vi na vida.
Oh!
Sei que não vou conseguir mostrar nem expressar o quanto é incrível esse museu. É parada obrigatória pra quem visitar a cidade. Pode reservar um dia inteiro só para passear por ele.

Logo que chegamos, haviam algumas pessoas em frente ao museu que faziam apresentações. Representavam rituais e danças típicas dos povos antigos, pré colombianos. Uma das apresentações que estava acontecendo era uma dança. Chamam de dança, mas era uma galera (5 pessoas) com umas roupas coloridas, que subiam um mastro. Lá em cima, quatro deles se prendiam a cordas, que eram enroladas no mastro enquanto um outro ficava tocando uma tamborzinho. Depois, os quatro que estavam presos às 4 cordas, iam descendo de cabeça para baixo até chegar ao chão.
Não vou dizer que é a coisa mais incrível e circense do mundo, mas foi muito divertido! E imaginar que isso era feito antigamente com muito menos estrutura é impressionante.
Entrando no prédio do museu, iniciamos o passeio conhecendo um pouco das civilizações que se sucederam aos povos pré colombianos. São como aldeias indígenas que temos no Brasil.. uma mistura da cultura de antes com a cultura das grandes cidades.

Tudo era muito bem feito. Íamos passando e a cada novo povoado, tinha uma instalação diferente, que mostrava como são as casas, as plantações.. e sempre tinha algo tocando nas caixas de som. Em alguns lugares, era uma música típica, em outros, eram pessoas falando o dialeto daquela tribo.
 Além das instalações, vimos também muitas maquetes. Todas bem bonitas, com iluminação especial, expressões faciais bem feitas. Parecia de fato uma realidade em miniatura.
As maquetes estavam em todo o museu. Na parte que mostrava a pré história, na que mostrava povos recentes, que existem hoje em dia.
Vimos de tudo. Fósseis muito antigos, hominídeos, animais (vimos um fóssil de mamute). Também passamos pela parte das pedras dos astecas e dos maias, pelas cerâmicas, utensílios, armas, adornos, túmulos, artesanatos...
Coberto com miçangas. Incrível, né?
Árvore da vida. Tudo aí tinha uma simbologia especial.
A gente se pega em vários momentos, olhando para uma pedra imensa, ou para uma peça de cerâmica, tentando imaginar o que aconteceu com ela até chegar alí. Como será que foi feita? Quem será que tocou nisso? Onde isso estava há 100 anos? E há 1000 anos? É incrível.
Dá para pensar até nesse esqueletinho aí encolhido. Aposto que a pessoa que habitava esses ossos não imaginou que um dia estaria onde está agora. Deve ter vivido e sofrido, amado, deve ter chorado, deve ter ficado com a garganta inflamada um dia, ou pode ser que tenha tido dor no joelho, quando estava crescendo.
Pedra do Sol, também chamada erroneamente de calendário asteca.
Vanessa  e a Deborah comentaram em um dos posts que se sentiam assim também. Emocionadas quando passeavam por museus. E não há como ser diferente. 

A gente é levado a lugares muito longes. Estávamos em família, mas em vários momentos, me pegava sozinha numa reflexão louca, sobre tudo aquilo que estava vendo, sobre a vida, sobre o tempo e o espaço, sobre as memórias, a composição das coisas, a efemeridade de tudo...
Gente... de verdade: filosofem no Museu de Antropologia. Vão ter que me fazer mais essa promessa, tá?  Pode ser? Tranquilo?

21 agosto 2012

México - Igrejas

Para saber o que eu tava fazendo no México, clica aqui e leia o primeiro post da série. Ou quer conhecer Teotihuacan? Clica aqui.
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Hoje, estou aqui para mostrar pra vocês as igrejas muitíssimo incríveis que visitei por lá pelo país dos sombreros! Todas são católicas, lindas e muuuito antigas.
Tenho minhas crenças, mas não sigo nenhuma religião. Apesar disso, gosto muito de visitar as igrejas nos lugares aonde vou. Elas fazem parte da história daquele lugar e têm um clima gostoso, sabe? Aquele silêncio, pessoas rezando.. quadros bonitos, esculturas..
"Sabemos que Deus nos chama, mas não por celular. Desligue-o por favor"
Achei o máximo esse aviso na porta de uma das igrejas. Essa, ficava no meio de um campo cheio de pedras e construções. E ela mesma foi construída com pedras antigas, retiradas das posições originais pelos colonizadores.
Catedral do Zocalo, centro da cidade.
Aí, pra quem queria ver a de Guadalupe.. :)
A foto acima, mostra o prédio antigo da igreja da Nossa Senhora de Guadalupe. Abaixo, o prédio novo. Os dois estão em funcionamento e ficam em uma mesma praça bem enorme e bonita!

Achei super bonitas essas luminárias! E me expliquem por favor o que é esse órgão enorme no canto direito da foto! Por sorte, estava acontecendo uma missa quando passamos e pudemos ouvir um pouco da música saída dele.. :)
Moin e Tia Tiana na tal da praça da Nossa Sra. de Guadalupe.
Achei bonita a luz da janela apontada para esse homem rezando. Ao vivo estava ainda mais bonita.
Paiê e Vic em uma igreja pequena, perto do museu de Bellas Artes.
Gente, o México tá afundando. Pois é! Quando a cidade do México foi construída, tinha muita muita água. E vários aterramentos foram feitos. Mas, com o passar dos anos, a água está se aproximando. E o chão de vários prédios antigos está cedendo, inclinando.. Nessa igreja da foto de cima, dava pra sentir a inclinação à medida em que caminhávamos para o fundo.
E se vocês prestarem atenção na foto, a praça está levemente tombada para o lado direito. E a igreja, para o lado esquerdo. Bizarro, não?
Uma coisa muito interessante que achei, foi que existiam Cristos-de-não-sei-das-quantas em várias igrejas, cada nome vinculado a uma história diferente.
Já sabia que no mundo todo existem várias Nossas Senhoras de vários lugares e ocasiões. Cada uma com uma história para contar. Mas, até onde conhecia, Jesus só tinha um. Mas, não no México.

Por lá, fotografei o Senhor dos cachecóis, na foto acima. E o Jesus negro, na foto abaixo.
Não tive oportunidade de conhecer a história do Senhor dos cachecóis, mas a do Jesus negro sim. Foi o seguinte (resumindo): Havia um homem bom e um homem mau. O homem bom todos os dias visitava uma imagem de Cristo e beijava-lhe os pés. Um belo dia, o cara mau resolveu colocar veneno nos pés da imagem, para quando o homem bom beijasse, acabasse também por tomar o veneno e morrer.
Acontece que a imagem absorveu todo o veneno e ficou negra, e o homem bom não morreu, foi protegido por Cristo.

E isso é tudo o que sei, e o que consegui entender do que o cara explicou em espanhol, lá na igreja.

E para finalizar, o teto de um templo maçon. Achei muito bonito e tive que fotografar. Logo depois do "clique", uma moça me avisou que não podia fotografar lá dentro. Tive que me contentar com apenas uma foto desse teto tão interessante.

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